27/08/2010

• Convênio é renovado por mais dois anos

• Recursos para projetos em regiões mais pobres sobem de R$ 30 milhões para R$ 50 milhões 


O BNDES e o Banco do Brasil assinaram nesta sexta-feira, dia 27, a renovação por mais dois anos do Acordo de Cooperação Técnica para o Desenvolvimento Regional Sustentável. O objetivo dos dois bancos é assegurar condições para o desenvolvimento sustentável das regiões mais pobres do país, além de gerar trabalho e renda para populações menos assistidas.

Além da renovação do acordo, foi ampliado de R$ 30 milhões para R$ 50 milhões o total de recursos não reembolsáveis do BNDES Fundo Social a serem disponibilizados para cooperativas, associações e fundações que façam parte da Estratégia DRS do Banco do Brasil.

A renovação do Acordo foi assinada pelo diretor da área social do BNDES, Elvio Gaspar, e pelo vice-presidente de gestão de pessoas e desenvolvimento sustentável do BB, Robson Rocha, durante cerimônia realizada na sede do BNDES.

Os recursos que dão sustentação a esse acordo são oriundos do BNDES Fundo Social e se destinam à inclusão social de populações de baixa renda. O investimento nos projetos apoiados varia de R$ 150 mil a R$ 2 milhões.

Esses recursos são destinados à geração de trabalho e renda, ao adensamento de cadeias produtivas locais, ao acesso a novos mercados e à melhoria da qualidade de produtos, entre outros.

As ações desenvolvidas pelo BNDES e pelo Banco do Brasil para estruturação e renovação do Acordo apontam para a plena utilização dos recursos, pois já foram contratados 5 projetos no valor total de R$ 3,8 milhões, que estão em fase de desembolso.

Outros 50 projetos estão em fase de elaboração e análise. Os projetos gerados no âmbito do acordo alcançam praticamente todos os Estados e apóiam várias cadeias produtivas, tais como reciclagem, artesanato, têxtil, bovinocultura de leite, fruticultura, extrativismo e piscicultura.

Para os projetos produtivos, podem ser financiados itens como melhoria de infraestrutura, beneficiamento, armazenagem ou comercialização, acesso a novos mercados, ganhos de escala, redução de custos, incorporação de novas tecnologias e aumento de vantagem competitiva.

Já nos projetos de capacitação, os itens passíveis de apoio vão desde a inovação tecnológica até qualificação de mão de obra para setores associados a atividades produtivas, no campo operacional ou em gestão e governança.