Restauração arquitetônica e modernização da edificação
Este edifício, que foi tombado pelo Iphan em 1938, tornou-se a residência de Dom João VI e sua família em 1808, passando a chamar-se Paço Real após a chegada da família real portuguesa ao Rio de Janeiro. O Paço Imperial ganhou sua atual denominação com a Independência do Brasil, em 1822. Durante o Segundo Reinado o prédio foi pintado na cor do Império, amarelo, e as janelas ganharam balcões dourados. Já na República, o edifício foi descaracterizado e tornou-se sede dos correios. Atualmente, o Paço Imperial funciona como um centro cultural, sendo um dos principais espaços dedicados à arte contemporânea no Rio de Janeiro.
O apoio do BNDES abrangeu intervenções na edificação, no sistema de climatização e iluminação e no tratamento acústico. O objetivo foi, além de modernizar as instalações, realizar a segunda etapa de uma grande reforma ocorrida nos anos 1980, que buscou restituir ao monumento a volumetria do século XIX, perdida ao longo do tempo, e valorizar as linhas arquitetônicas originais do edifício.
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