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Perguntas Frequentes

ATENÇÃO

As informações completas sobre as regras e exigências do Concurso encontram-se disponíveis no Edital. As respostas aqui apresentadas não substituem o Edital em nenhuma maneira e não devem ser utilizadas como base para elaboração das propostas apresentadas pelos Concorrentes do Concurso.

Índice

Sobre a construção do anexo

  1. Onde será construído o anexo?
  2. É permitido construir nesse local?
  3. O anexo vai interferir no Convento de Santo Antônio?
  4. Os terrenos são muito íngremes. É viável utilizá-los para construção?
  5. Como será utilizado o novo prédio?
  6. Que parâmetros serão cobrados das propostas do concurso?
  7. Que outros benefícios a construção do anexo trará?
  8. O BNDES irá prover alguma contrapartida para a comunidade relativa à construção do anexo?

 

Sobre a participação no concurso

  1. Como se inscrever?
  2. Como devem ser entregues os envelopes para a inscrição?
  3. As visitas guiadas ao EDSERJ e à área onde será construído o anexo são obrigatórias? 

 

 

Sobre a construção do anexo

 

1. Onde será construído o anexo?

O edifício anexo será construído na Av. República do Paraguai, ocupando parte de dois terrenos. Um dos terrenos pertence ao próprio BNDES, e o outro à Fraternidade Franciscana Secular de São Francisco da Penitência, ligada à Ordem Francisca Secular de São Francisco da Penitência (OFS).

Foto de satélite do Google que mostra a localização do espaço onde será construído o anexo. O terreno da prefeitura ficará na Avenida Paraguai, ao lado do terreno da V O T e próximo à Rua da Carioca.

 

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2. É permitido construir nesse local?

A Lei Complementar Municipal 128/2013 alterou os parâmetros urbanísticos da área, de forma ampliar o gabarito máximo nos terrenos situados no lado par da Av. República do Paraguai.

Tal lei limitou o gabarito a até 42m acima do nível do mar, não devendo ultrapassar a cimeira da Igreja de São Francisco da Penitência, no Morro de Santo Antônio.

Com esses novos parâmetros urbanísticos, será possível construir um novo edifício com capacidade para atender à demanda do BNDES.

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3. O anexo vai interferir no Convento de Santo Antônio?

Os parâmetros urbanísticos definidos pela Lei Complementar Municipal 128/2013 determinam que a altura da cimeira da Igreja de São Francisco da Penitência deve ser respeitada, o que significa que a altura máxima do Anexo não poderá ultrapassá-la.

Na prática, como pode ser visto na ilustração a seguir, a construção do Anexo não causará qualquer interferência na visualização do Complexo do Convento de Santo Antônio para os observadores localizados no Largo da Carioca.

Desenho que ilustra o campo de visão de uma pesssoa que está no Largo da Carioca, mostrando que a construção não interferirá na visão do Convento de Santo Antônio.

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4. Os terrenos são muito íngremes. É viável utilizá-los para construção?

Antes de optar pela construção do anexo, o BNDES contratou um estudo de viabilidade técnica para avaliar as condições geotécnicas dos terrenos.

O resultado de tal estudo, concluído em 2012 pela empresa Moretti Engenharia Consultiva Ltda., confirmou que é possível realizar, com segurança, a escavação necessária para a construção do anexo.

O método de contenção a ser utilizado também foi definido nesse estudo e será aplicado de forma a minimizar impactos sobre a vizinhança.

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5. Como será utilizado o novo prédio?

O Anexo compreenderá ambientes de escritórios e áreas de uso especial do BNDES, que também serão abertas ao público:

  • Centro de Informação e Conhecimento, incluindo a modernização e ampliação da Biblioteca Paulo Roberto de Souza Melo;
  • Centro de Documentação do BNDES;
  • Centro de Memória do BNDES;
  • Centro de Estudos Rômulo Almeida; e
  • Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento.

Além das áreas construídas para atender às demandas do BNDES, será também viabilizada a construção do Caminho de São Francisco, para ligar a Av. República do Paraguai ao Complexo Histórico do Morro de Santo Antônio e ao Largo da Carioca.

Essa ligação tem o objetivo de facilitar o acesso e aumentar o número de visitantes ao complexo do Convento de Santo Antônio, bem tombado da cidade do Rio de Janeiro.

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6. Que parâmetros serão cobrados das propostas do Concurso?

A Lei Complementar Municipal 128/2013 definiu alguns critérios que devem ser seguidos no projeto da edificação:

  • o pavimento de cobertura deverá ser projetado dentro do conceito de “telhado verde” e, respeitadas as medidas de segurança cabíveis, poderá ser acessado pelo público externo; e
  • o tratamento paisagístico a ser adotado no edifício deve prever a integração com os jardins de Burle Marx no EDSERJ.

Além dos itens previstos pela legislação, o BNDES irá exigir também que o projeto atenda às exigências do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica para Edificações (Procel) e que esteja apto a ser certificado por um dos três processos mais conhecidos de Certificação Ambiental (Acqua, BREEAM ou LEED).

O projeto também deverá prever interligação com o EDSERJ, de forma a facilitar e dar maior segurança ao trânsito de usuários, documentos e equipamentos.

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7. Que outros benefícios a construção do anexo trará?

Além dos benefícios diretos para o BNDES, a construção do anexo traz ainda diversos impactos positivos para a comunidade:

  • apoio à revitalização da região central do Rio de Janeiro e à ocupação de vazios urbanos, aproveitando a infraestrutura já instalada na região central do Rio de Janeiro;
  • incentivo ao uso de práticas de arquitetura e construção sustentáveis;
  • ampliação e melhoria nas instalações e condições de acesso público ao acervo da Biblioteca Paulo Roberto de Souza Melo; e
  • criação do “Caminho de São Francisco”, ligando a Av. Paraguai ao Morro de Santo Antônio e ao Largo da Carioca, com o objetivo de melhorar as condições de acesso e promover a visitação ao Complexo do Convento de Santo Antônio.

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8. O BNDES irá prover alguma contrapartida para a comunidade relativa à construção do anexo?

A Lei Complementar Municipal 128/2013, além de fixar os novos parâmetros urbanísticos dos terrenos onde o Anexo será construído, determinou que seja paga uma contrapartida urbanística, calculada sobre o aumento do potencial construtivo da área. Os recursos oriundos da contrapartida deverão ser aplicados, obedecendo às diretrizes fixadas pela citada Lei:

  • integrar projeto mais abrangente de intervenção urbana, que promova a continuidade do tecido urbano;
  • valorizar o patrimônio cultural tombado e preservado do entorno, considerando as orientações dos órgãos de tutela do patrimônio cultural na implantação das edificações;
  • ocupar vazios urbanos da área Central; e
  • promover a integração com o Jardim de Burle Marx no EDSERJ.

A aplicação dos recursos da contrapartida urbanística paga pelo BNDES irá trazer benefícios para toda a região, tanto para as empresas quanto para os usuários.

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Sobre a participação no concurso

 

1. Como se inscrever?

Para se inscrever, os interessados devem preencher a ficha de inscrição disponibilizada em anexo ao Edital, enviando os documentos listados no item 3 e subitens. 

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2. Como devem ser entregues os envelopes para a inscrição?

Os concorrentes deverão enviar ao BNDES toda a documentação necessária à participação no concurso em uma única embalagem (“Embalagem com a documentação de habilitação e proposta"), identificada na parte externa.

A embalagem englobando a documentação de habilitação e proposta deverá conter dois volumes, separados, sendo um com a Embalagem 1 (Habilitação e Ficha de Inscrição), e o outro, a Embalagem 2 (Proposta e Identificação), ambos identificados externamente.

Para maior detalhamento sugerimos a consulta ao item 3 do Edital do Concurso. 

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3. As visitas guiadas ao EDSERJ e à área onde será construído o Anexo são obrigatórias?

As visitas guiadas serão facultativas, sendo indicadas aos licitantes que melhor desejem conhecer o local e entorno.  

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